{"id":2357,"date":"2024-10-08T01:00:08","date_gmt":"2024-10-07T23:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/amazonia-hub.org\/?p=2357"},"modified":"2024-10-08T01:36:06","modified_gmt":"2024-10-07T23:36:06","slug":"mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial\/","title":{"rendered":"M\u00e1fia verde. O ambientalismo a servi\u00e7o do governo mundial"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Este livro foi elaborado para demonstrar que a mobiliza\u00e7\u00e3o do mo\u00advimento ambientalista internacional, apoiado em sua vasta rede de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais (ONGs), nada tem a ver com uma pretensa prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente e de povos ind\u00edgenas que ainda vivem \u00e0 margem da civiliza\u00e7\u00e3o. Em especial, no caso do Brasil e seus vizinhos sul-americanos, as a\u00e7\u00f5es do aparato ambientalista respondem a uma estrat\u00e9gia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer ten\u00adtativas de desenvolvimento das vias naturais de integra\u00e7\u00e3o f\u00edsica do Pa\u00eds com o restante do subcontinente, al\u00e9m da conquista de uma base de capa\u00adcita\u00e7\u00e3o cient\u00edfico-tecnol\u00f3gica crucial para um processo compartilhado de progresso socioecon\u00f4mico duradouro. Neste contexto, a\u00e7\u00f5es que para mentes ing\u00eanuas ou desinformadas se revestem de um car\u00e1ter bem-intencionado e at\u00e9 &#8220;rom\u00e2ntico&#8221;, podem resultar na interrup\u00e7\u00e3o de uma hidrovia, da constru\u00e7\u00e3o de um porto, da potencial irriga\u00e7\u00e3o de \u00e1reas agr\u00edcolas, da constru\u00e7\u00e3o de uma usina hidrel\u00e9trica ou nuclear. Em tais casos, as &#8220;boas men\u00e7\u00f5es&#8221; ou o &#8220;romantismo&#8221; cedem a vez a uma verdadeira sabotagem das perspectivas de progresso de uma sociedade, cuja consequ\u00eancia \u00faltima pode ser um genoc\u00eddio em potencial. Desafortunadamente, o obscurantismo ambientalista tem vitimado muitas pessoas bem-intencionadas, que creem sinceramente que estamos diante do &#8220;Armagedon ambiental&#8221;. Em verdade, a grande amea\u00e7a global prov\u00e9m das crescentes desigualdades socioecon\u00f4micas, concentradoras das riquezas mundiais nas m\u00e3os de uma restrita parcela de privilegiados-cen\u00e1rio que, se n\u00e3o for revertido, quase certamente mergulhar\u00e1 o planeta numa era de convuls\u00f5es. Quanto \u00e0 suposta crise ambiental, felizmente para a Terra e a Humanidade, ela simplesmente n\u00e3o existe. Existem problemas ambien\u00adtais, em sua maioria de \u00e2mbito local ou regional, que podem e devem ser enfrentados e solucionados com o recurso \u00e0 ci\u00eancia, tecnologias mais eficientes, vontade pol\u00edtica e, sobretudo, doses planet\u00e1rias de bom senso.<\/p>\n<p>Grande par dos verdadeiros problemas ambientais decorre da falta de desenvolvimento. Tr\u00eas quartos do desmatamento mundial se destinam \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de lenha, o recurso energ\u00e9tico mais primitivo usado pelo homem. As queimadas constituem a forma mais rudimentar de pre\u00ad para\u00e7\u00e3o de terrenos para a agricultura. A falta de saneamento b\u00e1sico \u00e9 uma das principais causas de polui\u00e7\u00e3o dos cursos d&#8217;\u00e1gua nos pa\u00edses sub\u00ad desenvolvidos. A pior polui\u00e7\u00e3o \u00e9 a da pobreza, diziam com propriedade os delegados brasileiros \u00e0s primeiras reuni\u00f5es internacionais sobre meio ambiente, na d\u00e9cada de 70. Para combat\u00ea-la eficazmente, e promover um desenvolvimento verdadeiramente duradouro, \u00e9 imprescind\u00edvel rejeitar o obscurantismo ambientalista. Por isso, elegemos para a capa deste livro uma estiliza\u00e7\u00e3o da ima\u00adgem do deus pag\u00e3o Saturno ou Cronos, deus do tempo, o mais novo e cruel filho de Urano e Gaia, magistralmente retratado pelo pintor espa\u00adnhol Francisco Goya no quadro <em>Saturno devora seus filhos<\/em>. Como se sabe, Gaia \u00e9 a deusa da Terra, oriunda do Caos e adotada como s\u00edmbolo pelo movimento ambientalista. Na mitologia grega, para dominar o Universo e por ordem de Gaia, Cronos castrou seu pai e governou depois de devorar os seus pr\u00f3prios filhos, por receio de vir a sofrer o mesmo destino que seu progenitor. A imagem de Saturno representa a id\u00e9ia da oligarquia devo\u00adrando o homem, caracterizada na falaciosa sugest\u00e3o da luta de todos con\u00adtra todos com que Thomas Hobbes propunha explicar a natureza humana. A mesma concep\u00e7\u00e3o bestial do homem se manifesta nas teses antipro\u00adgressistas de Giammaria Ortes e seu plagiador, o c\u00e9lebre reverendo Thomas Malthus, e em suas recentes reformula\u00e7\u00f5es sobre os &#8220;limites ao crescimento&#8221; elaboradas pelo Clube de Roma, que est\u00e3o na origem do atual movimento ambientalista. O Brasil e os demais pa\u00edses da Ibero-Am\u00e9rica t\u00eam sido alvos prefe\u00adrenciais dessa investida. A sanha com que a oligarquia anglo-americana investiu contra o presidente peruano Alberto Fujimori, depois do seu his\u00adt\u00f3rico discurso na c\u00fapula sul-americana em Bras\u00edlia, em setembro de 2000, quando conclamou \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos &#8220;Estados Unidos da Am\u00e9rica do Sul&#8221;, como um bloco econ\u00f4mico independente para promover o desenvolvi\u00admento regional conjunto, revela o quanto lhe causa p\u00e2nico a mera possibi\u00adlidade de um desenvolvimento soberano da regi\u00e3o, baseado na explora\u00e7\u00e3o inteligente dos vastos recursos humanos e naturais desta. Com o sistema financeiro internacional em franco processo de decomposi\u00e7\u00e3o, a oligarquia financeira de Londres e Wall Street v\u00ea com grande preocupa\u00e7\u00e3o a menor possibilidade de que o Brasil possa se unir \u00e0s na\u00e7\u00f5es vizinhas para encabe\u00e7ar um processo de desenvolvimento fora do seu controle.<\/p>\n<p>A despeito da sa\u00edda de Fujimori e do caos que se estende pelo sub\u00ad continente, desde a Col\u00f4mbia at\u00e9 a Argentina, fomentada pelas redes a servi\u00e7o da oligarquia anglo-americana, com o Departamento de Estado dos EUA \u00e0 frente, a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o duradoura para essa crise \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o f\u00edsica e o pleno desenvolvimento agroindustrial dos pa\u00edses da regi\u00e3o. Para isto, s\u00e3o necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es coordenadas para a reforma do atual siste\u00adma financeiro internacional, que estejam em harmonia com os princ\u00edpios regentes do Estado nacional soberano. Como exemplo de tais iniciativas, remos os esfor\u00e7os das na\u00e7\u00f5es asi\u00e1ticas para a forma\u00e7\u00e3o de um bloco eco\u00ad n\u00f4mico independente da influ\u00eancia e das diretrizes do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). \u00c9 evidente a oportunidade hist\u00f3rica de que desfruta o Brasil neste momento, para exercer o seu leg\u00edtimo direito de liderar um bloco sul-ame\u00adricano e conquistar o desenvolvimento econ\u00f4mico e a justi\u00e7a reclamados pelos 450 milh\u00f5es de habitantes da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>NOSSAS CREDENCIAlS<\/h3>\n<p>A nossa experi\u00eancia na luta contra a utopia ambientalista proposta pela oligarquia malthusiana anglo-americana vem de longa data. De fato, h\u00e1 mais de 30 anos, Lyndon LaRouche criou o seu movimento pol\u00edtico e fundou pouco depois a revista <em>Executive lntelligence Review<\/em> (EIR), como uma &#8220;for\u00e7a-tarefa&#8221; para combater mundialmente o projeto das oligarquias para submergir o mundo em uma nova idade das trevas, ou se se preferir o uso de termos &#8220;politicamente corretos&#8221;, em uma &#8220;aldeia global&#8221;. Desde os anos 50, LaRouche reconheceu desde o nascedouro a malignidade das teorias de Norbert Wiener sobre a &#8220;intelig\u00eancia artificial&#8221; e as tentativas de aplica\u00e7\u00e3o da &#8220;teoria dos jogos&#8221; de John von Neumann \u00e0 economia. J\u00e1 ent\u00e3o, advertia que caso se tornassem hegem\u00f4nicas -como de fato viria a ocorrer -, elas promoveriam a forma\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es de indi\u00adv\u00edduos incapazes de desenvolver uma mentalidade cient\u00edfica coerente com a corrente historicamente mais criativa do pensamento cient\u00edfico -derivada da obra de Plat\u00e3o, Nicolau de Cusa, Kepler, Leibniz, Gauss, Riemann, Vernadsky etc. -,como tamb\u00e9m de aplicar corretamente os avan\u00e7os cient\u00ed\u00adfico-tecnol\u00f3gicos na economia real, o que <em>de fato<\/em> nos levaria a ter pelo mundo inteiro estagna\u00e7\u00e3o e economias de &#8220;crescimento zero&#8221;. Mais tarde, seu movimento pol\u00edtico combateu de dentro e com sucesso as premissas expostas na I Conferencia Mundial de Popula\u00e7\u00e3o, realizada em Bucareste, em 1974, planejada pela oligarquia internacional como uma grande plataforma de promo\u00e7\u00e3o do malthusianismo em escala global. No mesmo per\u00edodo, impregnado pelas falaciosas teses dos &#8220;limites ao crescimento&#8221; propagandeadas pelo Clube de Roma, LaRouche e seu movimento se aprestaram em denunciar o verdadeiro car\u00e1ter e as inten\u00ad\u00e7\u00f5es do nascente movimento ambientalista. Para refutar tais embustes, LaRouche escreveu o livro <em>N\u00e3o h\u00e1 limites para o crescifmento<\/em>. No Brasil, desde 1989, a EIR e o Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSia) t\u00eam denunciado as maquina\u00e7\u00f5es ambientalistas anglo-americanas contra o Pa\u00eds. Em junho de 1991, a EIR publicou o rela\u00adt\u00f3rio especial <em>O Brasil e os bastidores do &#8220;ecologismo&#8221; internacional<\/em>, no qual ex\u00adp\u00f4e a estrutura e as motiva\u00e7\u00f5es do aparato ambientalista para com o pa\u00eds. Em agosto do mesmo ano, o correspondente da EIR Lorenzo Carrasco prestou um contundente depoimento na Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI) do Congresso Nacional que investigava a amea\u00e7a de internacionali\u00adza\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. A partir de 1994, guando iniciou-se a publica\u00e7\u00e3o do EIR <em>Alerta Cient\u00edfica e Ambiental<\/em>, passamos a expor continuamente as insidi\u00adosas a\u00e7\u00f5es do mesmo aparato contra o avan\u00e7o cient\u00edfico-tecnol\u00f3gico da energia nuclear para fins pac\u00edficos em nosso pa\u00eds, bem como contra os principais empreendimentos de infraestrutura no Cerrado-Amaz\u00f4nia, principalmente os hidrovi\u00e1rios, cuja \u00f3bvia motiva\u00e7\u00e3o geopol\u00edtica \u00e9 im\u00adpedir que se replique na Am\u00e9rica do Sul o surgimento de um exitoso e poderoso &#8220;cintur\u00e3o verde&#8221;, potencialmente apto a transformar-se no &#8220;celeiro do mundo&#8221; no s\u00e9culo 21. Neste particular, em abril de 1997, a EIR publicou o relat\u00f3rio <em>A Grande Hidrovia<\/em>, no qual exp\u00f4e as a\u00e7\u00f5es da oligarquia anglo-americana para bloquear a interliga\u00e7\u00e3o das bacias do Prata-Amazonas-Orenoco. Igualmente, em numerosos artigos, palestras, debates e outras inter\u00adven\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, temos denunciado o car\u00e1ter pseudocient\u00edfico da grande maioria dos argumentos que t\u00eam sido manipulados para sustentar o movi\u00admento ambientalista, como a apresenta\u00e7\u00e3o distorcida de certos fen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos (o &#8220;buraco&#8221; na camada de oz\u00f4nio, o efeito estufa etc.), juntando-nos a alguns poucos defensores da verdadeira ci\u00eancia que n\u00e3o se deixaram levar pela &#8220;corre\u00e7\u00e3o pol\u00edtica&#8221; predominante. Em paralelo com as den\u00fancias, a EIR e o MSia t\u00eam promovido o &#8220;ant\u00eddoto&#8221; contra a ideologia ambientalista-malthusiana, demonstrando os princ\u00edpios sobre os quais deve basear-se um desenvolvimento socioecon\u00f4mico aut\u00eantico, justo e efetivamente duradouro.<\/p>\n<p>Tais princ\u00edpios -os mesmos gue, historicamente, t\u00eam possibilitado o desenvolvimento dos pa\u00edses industrializados -encontram-se soterrados pela avalanche de irra\u00ad \u00f4onalismo vigente nas \u00faltimas d\u00e9cadas e t\u00eam sido resgatados e aprimorados pelo trabalho de Lyndon LaRouche e seus associados, especialmente guanto \u00e0s propostas de programas internacionais de infra-estrutura e de reformu\u00ad Ja\u00e7\u00e3o do atual e insano sistema financeiro mundial, baseada na convoca\u00e7\u00e3o de uma &#8220;nova confer\u00eancia de Bretton Woods&#8221;. Nas \u00fal\u00e0mas tr\u00eas d\u00e9cadas, LaRouche tem promovido uma s\u00e9rie de diretrizes e programas econ\u00f4mi\u00ad cos dirigidos ao estabelecimento de uma ordem mundial justa, na gual a rela\u00e7\u00e3o entre na\u00e7\u00f5es soberanas seja o fundamento para o ingresso numa nova era de paz e prosperidade econ\u00f4mica. Em meados da d\u00e9cada de 70, prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o de um Banco de Desenvolvimento Internacional para substituir o FMI, destinado a financiar grandes obras de infra-estrutura no Terceiro Mundo. Em 1982, em face da crise da d\u00edvida das na\u00e7\u00f5es ibero\u00ad americanas, elaborou a chamada &#8220;Opera\u00e7\u00e3o Ju\u00e1rez&#8221;, um programa de restrutura\u00e7\u00e3o do sistema financeiro baseado na forma\u00e7\u00e3o de um &#8220;cartel de devedores&#8221; e de um mercado comum ibero-americano. Logo ap\u00f3s a gueda do Muro de Berlim, seu movimento prop\u00f4s o programa do Tri\u00e2ngulo Produtivo Europeu, o qual dotaria as na\u00e7\u00f5es rec\u00e9m-libertadas do jugo comunista de uma grande capacidade de desenvolvimento e estabilidade regional, al\u00e9m da extens\u00e3o de tal rede \u00e0 regi\u00e3o eurasi\u00e1tica. A erradica\u00e7\u00e3o do ambientalismo e do malthusianismo \u00e9 funda\u00ad mental para resgatar a Civiliza\u00e7\u00e3o da presente crise global com gue ela se defronta. A luta pelos grandes projetos de infra-estrutura \u00e9 uma das fremes em gue se decidir\u00e1 esta guerra pelo futuro do Brasil e da Civiliza\u00e7\u00e3o como a conhecemos. A presente obra visa a fornecer &#8220;muni\u00e7\u00e3o&#8221;, sob a forma de id\u00e9ias, aos gue se dispuserem a combater este bom combate.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>UMA NOTA SOBRE AS FONTES<\/h3>\n<p>A elucida\u00e7\u00e3o dos prop\u00f3sitos e das inten\u00e7\u00f5es do movimento ambi\u00adentalista s\u00e3o tarefas que exigem do investigador uma atitude e um m\u00e9to\u00ad do semelhantes aos gue proporcionaram a descoberta da &#8220;carta roubada&#8221; no conto hom\u00f4nimo de Edgar Allan Poe. As evid\u00eancias e a documenta\u00e7\u00e3o comprobat\u00f3ria est\u00e3o praticamente \u00e0 vista de todos os gue souberem como e onde procur\u00e1-las. Mesmo entre as organiza\u00e7\u00f5es de planejamento estrat\u00e9gico situadas no topo da hierarguia do movimento, raros s\u00e3o os documentos gue, cedo ou tarde, n\u00e3o se tornam de dom\u00ednio p\u00fablico. Entretanto, igualmente limitado \u00e9 o seu uso para fundamentar den\u00fancias eficazes dessa gigantesca opera\u00e7\u00e3o de lavagem cerebral que \u00e9 o ambienta\u00ad lismo, o que apenas demonstra a efici\u00eanciada mesma. Em sua grande maioria, as poucas exposi\u00e7\u00f5es das fal\u00e1cias ambientalistas que t\u00eam surgido falham em seguir os tent\u00e1culos do movimento at\u00e9 a sua cabe\u00e7a, representada pela c\u00fapula da oligarquia internacional agrupada ao redor do chamado &#8220;Clube das Ilhas&#8221;, que tem a Monarquia brit\u00e2nica como <em>primus inter pares.<\/em> Por outro lado, \u00e9 preciso cautela com as in\u00fameras falsas pistas que se apresentam aos investigadores mais apressados e descuidados. S\u00e3o documentas ap\u00f3crifos, contrafa\u00e7\u00f5es ou boatos, que, por infort\u00fanio, t\u00eam circulado insistentemente enrre os setores da sociedade que est\u00e3o se insurgindo contra as maquina\u00e7\u00f5es do &#8220;Governo Mundial&#8221;, e cuja persis\u00adt\u00eancia pode at\u00e9 mesmo desacreditar o esfor\u00e7o de desmascaramento do ambientalismo como instrumento das oligarquias internacionalistas. Um destes documentos \u00e9 a chamada &#8220;Diretriz Brasil n&#8221; 4 -Ano 0&#8243;, supos\u00ad tamente publicada por um inexistente Conselho Mundial de Igrejas Crist\u00e3s (a entidade real chama-se Conselho Mundial de Igrejas). Ainda hoje apontado como &#8220;evid\u00eancia&#8221; da perf\u00eddia estrangeira quanto \u00e0 Amaz\u00f4nia, o texto ganhou notoriedade nacional por ocasi\u00e3o da Assembl\u00e9ia Constitu\u00adinte de 1987-88, quando, efetivamente, grupos ligados ao aparato indige\u00adnista-ambientalista internacional tentaram embutir na nova Constitui\u00e7\u00e3o brasileira o conceito de &#8220;plurinacionalidade&#8221; para os povos ind\u00edgenas. A Internet tem se tornado um ve\u00edculo prop\u00edcio para a divulga\u00e7\u00e3o de desorienta\u00e7\u00f5es do g\u00eanero. A elabora\u00e7\u00e3o deste livro se baseou fundamentalmente no conheci\u00admento direto do movimento ambientalista, obtido ao longo de tr\u00eas d\u00e9cadas pela organiza\u00e7\u00e3o de Lyndon LaRouche por meio de um rigoroso trabalho de intelig\u00eancia. Sempre que poss\u00edvel, foram citados os documentos originais escritos pelos ide\u00f3logos, estrategistas e agentes de influ\u00eancia do movimento. Com isto, esperamos que pelo menos alguns dos nossos leitores se dispo\u00adnham a seguir estas e outras pegadas e juntar-se ao esfor\u00e7o de desmascarar esses inimigos da Civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Livro publicado no 2001 e reeditado, dispon\u00edvel no site do editor: <a href=\"https:\/\/capaxdei.com.br\/product\/mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial\/\">https:\/\/capaxdei.com.br\/product\/mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial\/<\/a> o em Archive.org: <a href=\"https:\/\/archive.org\/details\/mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial\/page\/3\/mode\/2up\">https:\/\/archive.org\/details\/mafia-verde-o-ambientalismo-a-servico-do-governo-mundial\/page\/3\/mode\/2up<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este livro foi elaborado para demonstrar que a mobiliza\u00e7\u00e3o do mo\u00advimento ambientalista internacional, apoiado em sua vasta rede de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais (ONGs), nada tem a ver com uma pretensa prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente e de povos ind\u00edgenas.<\/p>\n","protected":false},"author":213,"featured_media":2358,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[44],"tags":[],"class_list":["post-2357","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analises","category-44","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2357","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/213"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2357"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2357\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2367,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2357\/revisions\/2367"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2358"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2357"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2357"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia-hub.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2357"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}